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"à espera de godot"

"... é uma coisa que não é, mas faz de conta que é para ver como seria se fosse."

"à espera de godot"

"... é uma coisa que não é, mas faz de conta que é para ver como seria se fosse."

01.Nov.06

a anedota

Certo dia, num quartel, o Comandante confrontou-se com a imperiosa necessidade de comunicar a um dos seus soldados a morte da mãe deste. Constrangido, comentou com um dos seus sargentos que não conseguia dar a triste notícia ao infeliz recruta.

O sargento prontificou-se de imediato e, num ápice, chamou o referido militar à sua presença. Então, disse-lhe, sem muitos rodeios e de rajada:

- Soldado José, é para lhe dizer que houve um acidente e que toda a sua família morreu.

 O soldado, em estado de choque, não conseguiu sequer reagir. O sargento, em jeito de consolação, rematou:

 - Olhe que não. Foi só a sua mãe que morreu.

Esta história, contada sobre a forma de anedota, transporta-me às recentes declarações da ministra de educação e do seu secretário de estado a propósito das horas lectivas diárias a cumprir, a partir do próximo ano. Afinal, não são oito horas diárias. São só seis.

Ok. Assim ficamos mais descansados. Não? Já veremos as implicações da ideia.

 

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