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"à espera de godot"

"... é uma coisa que não é, mas faz de conta que é para ver como seria se fosse."

"à espera de godot"

"... é uma coisa que não é, mas faz de conta que é para ver como seria se fosse."

22.Fev.07

a resposta da população


Foto daqui

O Ministro da Saúde afirmou que o Presidente da Câmara de Chaves deixou de estar em posição de negociar. Mas negociar o quê? O que há para negociar aqui? A Saúde não pode ser um negócio. Gostava de saber qual é a moeda de troca deste ministro para este caso do encerramento das urgências.

O Sr. Ministro deveria saber que, em democracia, as pessoas têm o direito de se pronunciarem sobre os destinos que lhes querem impor. O Sr. . ministro deveria saber que não tem que ameaçar quem quer que seja, pelo facto de usar do direito de se manifestar.

As urgências de Chaves, como as de outros hospitais do país servem as populações que se vêem obrigadas a elas recorrer por necessidade e não por capricho. Independente da média de urgências por dia ou por noite, não se pode entender a saúde como um mero exercício de contabilidade de custos-benefícios .

O Ministro Correia de Campos acabou por afirmar que as Urgências do Hospital de Chaves se iriam manter como estão, pelo menos até à conclusão dos acessos ao Hospital de Vila Real, esquecendo que a questão em causa não são os acessos ao Hospital de Vila Real, mas os acessos das várias localidades do Alto Tâmega às urgências, nomeadamente às de Chaves.

A Saúde, como a Educação e a Cultura, não podem, nem deve ser encarado do estrito ponto de vista da Economia.

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